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Protocolos terapêuticos clínico-cirúrgico para luxação medial de patela em cães: relato de caso

Por Leonardo Lamarca de Carvalho1, Bruno Passareli Souza2, Marina Laudares Costa3, Jessé Ribeiro Rocha4

1Doutorando em ciências, pelo programa de ciências da universidade de Franca – SP 2Médico veterinário autônomo 3Mestranda em ciência animal, pelo programa de ciência animal da universidade de Franca – SP 4Professor de medicina veterinária da universidade de Franca - SP

RESUMO

Luxações patelares apresentam alta incidência em cães, podendo ser de origem congênita ou adquirida, medial ou lateral, sendo lateral mais comum em cães de grande porte, e medial em pequeno porte. A fisiopatologia da luxação patelar é amplamente estudada e conhecida, categorizada em 4 graus, podendo ou não estar acompanhada de deformidades anatômicas. Seu diagnóstico é realizado através do exame clínico ortopédico e da avaliação radiográfica, podendo ser complementar em projeção de “sky line”. Dentre as técnicas cirúrgicas mais empregadas, se concentra as variações da trocleoplastia. O presente trabalho teve como objetivo, relatar a ocorrência de um paciente com luxação patelar medial bilateral grau 3 em um cão assistido pelo setor de clínica cirúrgica de pequenos animais do Hospital Veterinário da Universidade de Franca, e avaliar a associação de técnicas cirúrgicas utilizadas como procedimento para resolução da luxação patelar em ambos os membros, bem como a terapia medicamentosa no pós-cirúrgico. Foi evidenciado que as referidas técnicas, juntamente com a terapia medicamentosa usada, obtiveram sucesso terapêutico com retorno anatomofuncional dos membros, e ausência de recidiva no caso em questão.

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